Dinheiro

Calculadora de Financiamento Imobiliário

Insira o valor do empréstimo, a taxa de juros e o prazo para calcular a parcela mensal, o total a pagar e o total de juros. Suporta o método de parcelas fixas.


Valor do empréstimo
JPY
Taxa de juros (anual)
%
Prazo do empréstimo
anos
Parcela mensal
{{ fmt(result.monthly) }} JPY
Total a pagar
{{ fmt(result.total) }} JPY
Total de juros
{{ fmt(result.interest) }} JPY
Ano decorrido Pagamento anual Principal Juros Saldo restante
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Tips

  • Este cálculo utiliza o método de parcelas fixas (Sistema Francês de Amortização — SAF), em que a parcela mensal permanece constante durante todo o prazo.
  • Verifique se o seu empréstimo tem taxa fixa ou variável. Com taxa variável, o valor da parcela pode mudar ao longo do tempo.
  • Aumentar o prazo reduz a parcela mensal, mas eleva consideravelmente o total de juros pagos.
  • No Japão, existe uma dedução fiscal para financiamentos imobiliários (住宅ローン控除) que pode reduzir o imposto de renda com base no saldo devedor — verifique as condições de elegibilidade.
  • A recomendação geral é manter a taxa de comprometimento de renda (pagamento anual ÷ renda anual) dentro de 25–35%.

Perguntas frequentes

O Sistema Francês (SAF, ou parcelas fixas) mantém a parcela mensal constante durante todo o prazo, facilitando o controle do orçamento. O Sistema de Amortização Constante (SAC) começa com parcelas mais altas que diminuem gradualmente e, nas mesmas condições, resulta em menos juros totais. No Japão, o método de parcelas fixas (元利均等返済) é o mais comum nos financiamentos imobiliários.

A taxa variável está atualmente mais baixa (em torno de 0,3–1,0% ao ano no Japão) e reduz a parcela mensal, mas carrega o risco de alta dos juros. A taxa fixa (como o Flat 35 japonês) oferece segurança ao travar o valor da parcela por todo o prazo, embora a taxa inicial seja um pouco mais elevada. A escolha depende da sua folga financeira e da sua expectativa sobre a trajetória futura dos juros.

Quanto mais cedo, maior o benefício. Amortizar antecipadamente no início do financiamento, quando o saldo devedor é maior, elimina mais juros futuros. Existem duas modalidades: redução do prazo e redução da parcela mensal. Em geral, a redução do prazo gera maior economia de juros.

Esse benefício japonês permite deduzir 0,7% do saldo do financiamento no final do ano do imposto de renda e do imposto municipal por até 13 anos. Por exemplo, com saldo de 30 milhões de ienes, a dedução anual máxima é de 210.000 ienes. Se o valor superar o imposto de renda devido, parte é abatida também do imposto municipal.

Recomenda-se manter a taxa de comprometimento de renda (pagamento anual ÷ renda anual) dentro de 25–35%. Para uma renda anual de 5 milhões de ienes, isso equivale a parcelas mensais entre 104.000 e 146.000 ienes. Algumas instituições financeiras usam 30–35% como limite máximo para aprovação do crédito.

Curiosidade — O mistério do financiamento imobiliário de "35 anos"

No Japão, o prazo mais comum para financiamentos imobiliários é de 35 anos. Essa prática tem origem nas políticas habitacionais do pós-guerra, que buscavam tornar a aquisição da casa própria acessível a mais pessoas por meio de prazos mais longos.

Por exemplo, um empréstimo de 30 milhões de ienes a 1,5% ao ano por 35 anos resulta em uma parcela mensal de aproximadamente 91.900 ienes, com cerca de 8,58 milhões de ienes em juros totais — quase 28,6% a mais sobre o valor principal.

Se a renda diminuir ou os juros subirem durante o prazo, a situação financeira pode se tornar difícil. Manter uma reserva no orçamento mensal é sempre uma estratégia prudente.