Gerador de Hash SHA-3

Calcula o hash SHA-3 (Keccak) de qualquer texto em tempo real no navegador. Padronizado pelo NIST em 2012, SHA-3 usa uma "construção esponja" fundamentalmente diferente do SHA-2, servindo como rede de segurança independente.


Tips

  • SHA-3 é baseado no algoritmo Keccak, que usa uma "construção esponja" radicalmente diferente da família SHA-1/SHA-2.
  • Foi padronizado pelo NIST em 2012 após uma competição pública de cinco anos com 64 candidatos.
  • SHA-3 não foi criado para substituir SHA-2, mas como alternativa independente caso o SHA-2 seja comprometido.
  • A construção esponja permite variantes de saída de comprimento arbitrário: SHAKE128 e SHAKE256 (XOF).
  • SHA-2 continua seguro; SHA-3 é uma rede de segurança adicional para o futuro.

Perguntas frequentes

Ambos são seguros atualmente. SHA-256 é a escolha prática para compatibilidade com sistemas existentes, enquanto SHA-3 é uma boa opção para novos projetos que se beneficiem de um algoritmo com design independente.

Não. O Ethereum adotou o Keccak antes da finalização do padrão NIST. Os dois diferem nas regras de preenchimento (padding), portanto a mesma entrada produz valores hash diferentes. Cálculos específicos do Ethereum exigem uma implementação Keccak dedicada.

Não. SHA-3 é uma função hash unidirecional: é computacionalmente inviável reverter um hash para obter a entrada original, tornando-o adequado para verificação de senhas e integridade de dados.
ツールくん

Curiosidade — O nascimento do Keccak e a competição NIST: cinco anos para definir o próximo padrão

Em 2006, à medida que ataques ao SHA-1 tornavam-se cada vez mais plausíveis, o NIST lançou uma competição pública para definir o SHA-3. Foram submetidos 64 algoritmos candidatos; após cinco anos de avaliação, o Keccak — criado por uma equipe belga liderada por Joan Daemen (também co-projetista do AES) — foi anunciado vencedor em 2012.

O objetivo não era substituir o SHA-2, mas criar um algoritmo com design fundamentalmente diferente: se uma fraqueza estrutural fosse descoberta no SHA-2, o SHA-3 estaria disponível como alternativa segura. O SHA-2 continua seguro até hoje.

A construção esponja do SHA-3 possibilitou as variantes SHAKE128 e SHAKE256, que geram saídas de comprimento arbitrário (XOF — Extendable Output Function), abrindo novas possibilidades para protocolos criptográficos modernos.